No ABC, Lula celebra investimentos de R$ 190 bilhões no setor automotivo

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva retornou ao seu berço político e sindical neste domingo (26) para celebrar o momento de forte expansão da economia nacional. Durante a solenidade de posse da nova diretoria do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, realizada em São Bernardo do Campo (SP), o chefe do Executivo destacou a vigorosa recuperação e os novos rumos da indústria automobilística no país. Lula ressaltou que a atração de montadoras globais e o foco na transição energética transformaram o cenário produtivo nacional, superando as sucessivas crises registradas nos últimos anos.
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Ao discursar para a categoria que historicamente liderou, o presidente citou o volume recorde de novos investimentos privados que ingressaram no mercado brasileiro no ano anterior. Segundo Lula, o aporte expressivo de R$ 190 bilhões injetado pela indústria automotiva foi diretamente impulsionado pela estabilidade econômica interna e pela concorrência saudável trazida pela vinda de montadoras de veículos elétricos e híbridos, como a BYD, para a Bahia. Ele exemplificou a virada do setor mencionando o reaquecimento de gigantes tradicionais, a exemplo da Volkswagen, que adaptou suas linhas para a produção nacional de modelos híbridos após mais de uma década sem apresentar grandes novidades ao mercado.
O chefe do Executivo também fez questão de demarcar a independência institucional entre o Palácio do Planalto e a representação dos trabalhadores. Ao cumprimentar o novo presidente empossado da entidade, Wellington Damasceno, Lula enfatizou que a proximidade e a amizade pessoal com a nova liderança não devem atenuar as pautas de reivindicações. O mandatário ressaltou que a principal lealdade do sindicato deve ser com o chão de fábrica, incentivando a diretoria a manter uma postura firme de cobrança diária perante todas as instâncias do poder público sempre que os interesses da classe trabalhadora estiverem em jogo.
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Ao projetar os indicadores de longo prazo, Lula vinculou a consolidação desse ecossistema industrial à escalada do Produto Interno Bruto (PIB) e à elevação real da renda das famílias trabalhadoras. Em tom resoluto, o presidente encerrou a sua intervenção afirmando que o crescimento socioeconômico do país continuará a ser conduzido de maneira independente e soberana. O líder brasileiro frisou que o Brasil atingiu a maturidade institucional necessária para gerir o próprio rumo econômico e que a nação não tolerará ingerências políticas ou tentativas de tutela externa vindas de nenhum outro governo estrangeiro.
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Com informações do Brasil247
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Fonte: PlantãoBrasil

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