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Argentina perde mais de 30 mil empresas e 411 mil empregos formais na era Milei

O ritmo de encerramento de empresas na Argentina registrou forte aceleração sob a gestão do presidente Javier Milei. Segundo levantamento do Centro de Economia Política da Argentina (CEPA), elaborado a partir de dados oficiais da Superintendência de Riscos do Trabalho (SRT), o país registrou o fechamento líquido de 30.633 empresas entre novembro de 2023 e maio de 2026, representando uma retração de 6% no total de empregadores ativos.
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O cenário de retração econômica intensificou-se no mês de maio de 2026, quando 2.371 empregadores deixaram de operar — um salto de 31% em comparação a abril. O setor de comércio liderou as perdas no mês, seguido por hospedagem e alimentação, indústria de transformação, transportes e agropecuária.
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A crise no setor produtivo impactou diretamente o mercado de trabalho formal, resultando na eliminação de 411.613 postos de trabalho registrados (-4,2%) ao longo do período analisado. Apenas em maio de 2026, o país perdeu mais de 70 mil vagas com carteira assinada, evidenciando o aprofundamento do desemprego formal na economia argentina.
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Com informações do Brasil247

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Fonte: PlantãoBrasil

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