Defesa de Fábio Luís contesta vazamentos seletivos e cobra explicações sobre R$ 61 milhões no caso Flávio Bolsonaro

O advogado Marco Aurélio Carvalho, responsável pela defesa de Fábio Luís Lula da Silva, questionou publicamente a disparidade na divulgação de informações entre os procedimentos que miram seu cliente e o inquérito que apura o financiamento do filme “Dark Horse”. A investigação envolve o repasse admitido de R$ 61 milhões do banqueiro Daniel Vorcaro ao senador Flávio Bolsonaro. Ambos os procedimentos tramitam sob a relatoria do ministro André Mendonça no Supremo Tribunal Federal.
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Em manifestação à imprensa, o defensor criticou os recorrentes vazamentos de trechos de apurações voltadas a Fábio Luís, enquanto detalhes do inquérito sobre os recursos destinados à produção do filme permanecem fora do alcance público. O advogado destacou que os montantes vinculados ao caso de Flávio Bolsonaro envolvem cifras expressivas e cobranças de esclarecimentos sobre a origem e destinação das verbas, sustentando que os fatos apurados naquele contexto demandam respostas transparentes à sociedade.
Vejam o vídeo:
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A defesa também repercutiu o parecer formal emitido pela Procuradoria-Geral da República, que se posicionou favoravelmente à remessa das investigações relativas a Fábio Luís para a primeira instância da Justiça. O órgão ministerial fundamentou o pedido na ausência de autoridades com foro por prerrogativa de função entre os citados, argumento que corrobora a tese apresentada pelos advogados desde o início das apurações.
Segundo Marco Aurélio Carvalho, o prosseguimento do caso no Supremo Tribunal Federal sem a presença de investigados com foro privilegiado decorre primordialmente do impacto político do sobrenome do investigado. O advogado reiterou que a conduta do presidente Luiz Inácio Lula da Silva difere historicamente de interferências em órgãos de fiscalização e pontuou que o parentesco não pode servir de pretexto para desvios de procedimento ou perseguição institucional durante o período eleitoral.
As apurações que citam Fábio Luís tiveram origem em desdobramentos operacionais e buscam verificar se houve tentativa de uso de influência junto a instâncias governamentais para viabilizar projetos específicos. A defesa nega qualquer prática ilícita ou obtenção de vantagens indevidas e aguarda a deliberação do STF quanto ao declínio de competência para a primeira instância.
Com informações do DCM
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Em manifestação à imprensa, o defensor criticou os recorrentes vazamentos de trechos de apurações voltadas a Fábio Luís, enquanto detalhes do inquérito sobre os recursos destinados à produção do filme permanecem fora do alcance público. O advogado destacou que os montantes vinculados ao caso de Flávio Bolsonaro envolvem cifras expressivas e cobranças de esclarecimentos sobre a origem e destinação das verbas, sustentando que os fatos apurados naquele contexto demandam respostas transparentes à sociedade.
Vejam o vídeo:
Rapaz, que atropelo do advogado do Lulinha no Tariflávio Bolsomaster: "R$ 61 milhões depositados por Vorcaro na conta de um candidato à Presidência da República. Não é do filho dele, é dele: Flávio Bolsonaro. Por que ainda não apareceu o restante do material do 'Dark Horse' e por… pic.twitter.com/Ba8ZIJ53HX
— Lázaro Rosa ???? (@lazarorosa25) August 20, 2026
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A defesa também repercutiu o parecer formal emitido pela Procuradoria-Geral da República, que se posicionou favoravelmente à remessa das investigações relativas a Fábio Luís para a primeira instância da Justiça. O órgão ministerial fundamentou o pedido na ausência de autoridades com foro por prerrogativa de função entre os citados, argumento que corrobora a tese apresentada pelos advogados desde o início das apurações.
Segundo Marco Aurélio Carvalho, o prosseguimento do caso no Supremo Tribunal Federal sem a presença de investigados com foro privilegiado decorre primordialmente do impacto político do sobrenome do investigado. O advogado reiterou que a conduta do presidente Luiz Inácio Lula da Silva difere historicamente de interferências em órgãos de fiscalização e pontuou que o parentesco não pode servir de pretexto para desvios de procedimento ou perseguição institucional durante o período eleitoral.
As apurações que citam Fábio Luís tiveram origem em desdobramentos operacionais e buscam verificar se houve tentativa de uso de influência junto a instâncias governamentais para viabilizar projetos específicos. A defesa nega qualquer prática ilícita ou obtenção de vantagens indevidas e aguarda a deliberação do STF quanto ao declínio de competência para a primeira instância.
Com informações do DCM
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Fonte: PlantaoBrasil

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