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Grandes líderes não começam conflitos, mas os encerram, afirma Lula a Trump

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, conversaram por telefone em um diálogo focado nas relações comerciais bilaterais, segurança pública e conjuntura geopolítica global. Na ocasião, o líder brasileiro classificou como infundadas as alegações norte-americanas referentes a desmatamento, trabalho escravo e questões econômicas usadas para justificar a imposição de novas tarifas ao Brasil. Diante dos argumentos apresentados, a gestão dos EUA concordou em reabrir a interlocução direta, determinando a realização de reuniões entre as equipes técnicas de comércio de ambos os países.
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Durante a conversa e em declarações subsequentes em Belo Horizonte, Lula enfatizou que o Brasil aceita a cooperação internacional no combate ao crime organizado e destacou ações como a apreensão de cerca de R$ 17 bilhões em bens de facções criminosas. Contudo, o presidente ressaltou que não admite interferência externa ou a equiparação jurídica de grupos criminosos a organizações terroristas, defendendo que o Estado brasileiro dispõe de instrumentos institucionais próprios para enfrentar o problema.
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No âmbito internacional, os dois líderes discutiram os conflitos na Ucrânia e no Oriente Médio. Lula criticou a inoperância do Conselho de Segurança da ONU e reiterou a defesa da diplomacia para a resolução de crises globais, afirmando ao líder norte-americano que os grandes líderes mundiais se caracterizam por pôr fim aos conflitos, e não por iniciá-los.
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Com informações da RT

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Fonte: PlantãoBrasil

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