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Delator-bomba do Banco Master expõe rombo de US$ 1 bilhão e repasse de US$ 12 milhões a pedido do clã Bolsonaro

A eclosão da delação premiada selada pelo empresário Antonio Carlos Freixo Junior, o "Mineiro", com a Procuradoria-Geral da República (PGR) dinamitou o esquema criminoso do ex-banqueiro Daniel Vorcaro. Apontado como o principal operador financeiro do Banco Master no exterior, Mineiro revelou o funcionamento de uma rede offshore que administrava cerca de US$ 1 bilhão pertencentes a Vorcaro. As investigações já rastrearam rotas de lavagem de dinheiro através da empresa Mosaic Financial e a repatriação suspeita de US$ 200 milhões durante o processo de liquidação da instituição, levando a Justiça dos Estados Unidos a ser acionada para congelar ativos e identificar os beneficiários finais das propinas.
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O depoimento do delator-bomba atinge em cheio a cúpula do bolsonarismo ao detalhar que Vorcaro efetuou um repasse de US$ 12 milhões — atendendo a um pedido direto de Flávio Bolsonaro — sob o pretexto de financiar a produção do filme "Dark Horse". Os valores foram irrigados para um fundo controlado por um amigo íntimo de Eduardo Bolsonaro, escancarando a promiscuidade entre o grupo financeiro investigado e a família do ex-presidente. Com a ação do liquidante judicial na Flórida para rastrear o caminho das propinas, a delação de Mineiro fecha o cerco contra a rede de corrupção e desmascara as conexões políticas do escândalo Master.
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Com informações do jornal O Globo

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Fonte: PlantãoBrasil

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