Flávio Dino detona chantagem dos EUA e rebate sanções contra ministros do STF

O ministro Flávio Dino reagiu com firmeza durante sessão no Plenário do Supremo Tribunal Federal às notícias de que o governo dos Estados Unidos estuda aplicar sanções financeiras por meio da Lei Magnitsky contra integrantes da Corte. As retaliações norte-americanas mirariam os ministros Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes e o próprio Dino, em meio aos desdobramentos dos processos que envolvem apurações internas no tribunal.
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Ao manifestar seu posicionamento durante o julgamento, Dino classificou a interferência estrangeira como um ato de "enorme gravidade jurídica e constitucional". O magistrado reforçou que o STF é o tribunal máximo de uma nação soberana e defendeu que as tentativas externas de intimidação não representam um ataque isolado aos juízes alvos, mas sim uma afronta direta à autonomia institucional que deve despertar a indignação de todos os brasileiros.
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A eventual aplicação da Lei Magnitsky por Washington permitiria ao governo estadunidense congelar bens e impor severas restrições bancárias a indivíduos estrangeiros sob sua jurisdição financeira. A denúncia trazida por Dino colocou o debate da soberania nacional no centro da conturbada sessão da Corte, intensificando o clima de tensão em meio às discussões sobre os rumos das investigações que afetam o Judiciário brasileiro.
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Com informações do Brasil247
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Fonte: PlantãoBrasil

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