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Governo Lula rejeita exigências de Donald Trump sobre eleições e defende soberania nacional

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva rejeitou integralmente uma lista de 21 exigências apresentada pela gestão de Donald Trump que tentava condicionar as negociações comerciais sobre o tarifaço norte-americano a interferências no processo eleitoral e na soberania institucional do Brasil. O documento, entregue a diplomatas brasileiros em outubro de 2025, estabelecia que o país deveria se comprometer com eleições presidenciais "livres e justas" e proibir restrições a supostos "dissidentes políticos".
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A exigência de Washington dialogava diretamente com a situação jurídica do ex-presidente Jair Bolsonaro, aliado de Trump que foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por participação em tentativa de golpe de Estado. Além das imposições eleitorais, o relatório do governo norte-americano tentava interferir na regulação de redes sociais no país e restringir a aplicação de sanções a instituições financeiras locais vinculadas à Lei Magnitsky.
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Diante do texto, a diplomacia brasileira adotou uma postura irredutível ao recusar que assuntos de ordem política e constitucional fossem incorporados às tratativas econômicas. O governo brasileiro enviou uma contraproposta restrita aos aspectos comerciais, mantendo as conversações bilaterais focadas exclusivamente no comércio exterior, com novos encontros previstos para a cúpula do G20.
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Com informações do O Globo

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Fonte: PlantãoBrasil

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