Política · Justiça

Barrado pelo TSE, Deltan recorre a tese desgastada contra Moraes

A Justiça Eleitoral aplicou mais um duro golpe na arrogância e no golpismo da extinta operação Lava Jato. O ministro Floriano de Azevedo Marques, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou a suspensão imediata de todos os atos de campanha de Deltan Dallagnol (Novo) ao Senado pelo Paraná. A decisão liminar cortou as asas do ex-procurador, proibindo-o de pedir votos, participar de debates, veicular propaganda no rádio e na televisão e utilizar recursos públicos de campanha, reafirmando que o cumprimento da Lei da Ficha Limpa é inegociável.
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Sem argumentos jurídicos sólidos para reverter sua inelegibilidade — decorrente do abandono do Ministério Público Federal quando ainda respondia a procedimentos administrativos —, Deltan recorreu ao seu conhecido roteiro de vitimização. Em puro desespero diante da paralisação de seus atos políticos, o ex-membro do MPF voltou as baterias contra as instituições, atacando a imparcialidade do relator e tentando criar teorias conspiratórias ao inventar ilações sobre a relação do ministro Floriano com Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).
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A manobra para reinterpretar regras eleitorais no TRE do Paraná e atropelar o entendimento consolidado da Corte Superior ruiu diante do rigor do TSE. Enquanto tenta desesperadamente derrubar a medida no colegiado do tribunal, Deltan permanece impedido de pedir votos, amargando o isolamento político e provando que aqueles que instrumentalizaram o sistema judicial contra a democracia agora precisam, obrigatoriamente, se submeter ao império da lei.
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Com informações do UOL

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Fonte: PlantãoBrasil

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