Projeto de Flávio Bolsonaro ameaça riquezas minerais e soberania do Brasil, alerta Uallace Moreira Lima

O debate sobre a gestão e o controle das reservas de minerais críticos e estratégicos do Brasil assumiu o centro das discussões políticas do Governo Federal. O secretário de Desenvolvimento Industrial, Inovação, Comércio e Serviços do MDIC, Uallace Moreira, afirmou categoricamente que o pleito presencial de 2026 será decisivo para determinar se as riquezas naturais brasileiras — como o lítio, o nióbio e as terras raras — serão convertidas em desenvolvimento industrial local ou entregues ao capital estrangeiro. As declarações ocorrem no contexto da recente sanção da Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos (PNMCE) pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
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A nova legislação tem como diretriz barrar a mera exportação de matéria-prima bruta, exigindo que as etapas de beneficiamento, transformação tecnológica e agregação de valor ocorram dentro do território nacional. O objetivo do governo é consolidar o país na cadeia global de suprimentos de alta tecnologia e transição energética, garantindo a soberania sobre ativos minerais de relevância geopolítica.
Ao contrapor o projeto governamental às propostas da oposição representadas pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), o secretário alertou para o risco de alinhamentos subordinados a potências estrangeiras que priorizam a extração primária sem contrapartidas de industrialização local. Segundo a avaliação do MDIC, a preservação das riquezas geológicas nacionais exige mecanismos rigorosos de regulação e soberania, garantindo que o valor gerado pela mineração reverta em empregos qualificados, inovação tecnológica e ganhos diretos para a sociedade brasileira.
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Com informações do Brasil247
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Fonte: PlantãoBrasil

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