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Instituto Vladimir Herzog leva à ONU denúncia sobre risco de interferência dos EUA nas eleições brasileiras

O Instituto Vladimir Herzog deu um passo histórico e decisivo na arena internacional ao encaminhar uma carta de denúncia ao secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres. O documento oficial faz um alerta contundente sobre os riscos iminentes de interferência direta do governo dos Estados Unidos, sob a gestão de Donald Trump, no processo eleitoral brasileiro de 2026. A entidade exige que a ONU e os países-membros assumam o compromisso formal de respeitar e reconhecer o resultado proclamado pelas urnas e pelas autoridades eleitorais brasileiras, blindando o país contra arroubos neocoloniais.
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A denúncia ganha contornos ainda mais graves ao ressaltar relatórios da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), que apontaram que as ameaças de ingerência norte-americana atingiram um nível crítico. O instituto adverte que a recusa de potências estrangeiras em aceitar a soberania do voto brasileiro visa alimentar redes criminosas de desinformação e dar munição para grupos extremistas internos contestarem a democracia. Na avaliação da entidade, o roteiro imperialista consiste em favorecer candidatos alinhados a Washington e, em caso de derrota, deflagrar uma segunda etapa focada em falsas alegações de fraude e deslegitimação das instituições.

Para fundamentar o alerta enviado à ONU, o Instituto Vladimir Herzog relembrou uma série de investidas arbitrárias promovidas pela administração estadunidense contra o Brasil. Entre os episódios mais estarrecedores estão a inclusão de chantagens diplomáticas em negociações comerciais — como a exigência de participação de supostos "dissidentes políticos" no pleito —, a imposição de tarifas punitivas, sanções unilaterais a autoridades brasileiras e a tentativa frustrada de enviar assessores norte-americanos para questionar a lisura das urnas eletrônicas, cujos vistos foram sumariamente negados pelo governo brasileiro.
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O documento assinado pelo diretor executivo Rogério Sottili reforça que a tentativa de instrumentalizar a segurança e a economia para subjugar o Brasil ultrapassou todos os limites e já desperta repúdio dentro do próprio Congresso dos Estados Unidos, onde dezenas de parlamentares democratas também condenaram os ataques de Trump à democracia brasileira. Diante do cerco internacional e das manobras conspiratórias, a iniciativa junto à ONU reafirma o papel vigilante da sociedade civil na defesa irrestrita da soberania nacional, garantindo que o destino do Brasil seja decidido única e exclusivamente pelo povo brasileiro.
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Com informações do Brasil247

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Fonte: PlantãoBrasil

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