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Soberania e combate à desigualdade marcam histórico de Lula na Assembleia Geral da ONU

Poucas horas antes de discursar na Assembleia Geral das Nações Unidas, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez um resgate histórico das diretrizes que orientaram suas participações na tribuna da ONU desde 2003. A síntese destacou a permanência de pautas como a erradicação da fome, o combate às desigualdades, a defesa do multilateralismo e a demanda por reformas estruturais em órgãos como o Conselho de Segurança. Nas intervenções mais recentes, o conceito de soberania inegociável e a proteção da democracia ganharam espaço prioritário na diplomacia brasileira.

O retrospecto recuperou momentos marcantes da atuação do país em Nova York, desde a estreia em 2003, no contexto da Guerra do Iraque, passando pela cobrança por controle do sistema financeiro durante a crise econômica de 2008. Ao retornar ao plenário em 2023, e nas edições seguintes em 2024 e 2025, o chefe do Executivo incorporou novos desafios ao repertório tradicional, incluindo a transição energética, saídas negociadas para conflitos armados, a governança digital, os impactos da inteligência artificial e a regulação de plataformas digitais.

A recapitulação antecede a nova fala do mandatário no debate geral, consolidando a postura da diplomacia brasileira em defesa de soluções coordenadas entre os Estados e de maior representatividade para os países em desenvolvimento nas decisões globais.
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Com informações do X

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Fonte: PlantãoBrasil

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