Bolsonarista Alexandre Knoploch usa gás de pimenta e arma em briga eleitoral no Rio

O desespero e o truculento modus operandi do bolsonarismo voltaram a expor os riscos da violência política no país. Durante uma atividade de campanha no bairro da Tijuca, na zona norte do Rio de Janeiro, o deputado estadual Alexandre Knoploch, do PL, foi filmado ostentando uma pistola na cintura e levando a mão à arma enquanto intimidava militantes da candidatura de Flávio Serafini, do PSol. Segundo relatos da equipe progressista, o extremista aproximou-se de forma autoritária para interromper a panfletagem e, ao ser ignorado, lançou mão de gás de pimenta e sacou o armamento para subjugar o grupo.
A postura truculenta do parlamentar do PL acionou imediatamente a reatividade jurídica e policial da oposição. A equipe de Serafini registrou boletim de ocorrência e apresentou uma notícia-crime à Justiça Eleitoral para pedir o afastamento cautelar de Knoploch dos comitês da esquerda. Tentando inverter a narrativa e vitimizar-se nas redes sociais, o bolsonarista alegou que reagiu por causa de uma música provocativa direcionada a aliados da extrema direita, como Jair Bolsonaro e Flávio Bolsonaro, comprovando a incapacidade intrínseca do seu grupo político em aceitar o contraditório e o debate democrático.
O uso da força bruta e do armamentismo para coagir militantes revela a cobardia das lideranças alinhadas ao extremismo conservador no estado do Rio de Janeiro. A denúncia segue sob análise nas esferas criminal, cível e eleitoral, enquanto as forças progressistas reafirmam que não recuarão diante de ameaças promovidas por radicais de extrema direita, mantendo o apoio incondicional à democracia e aos projetos populares liderados pelo presidente Lula.
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Assista ao vídeo no Instagram
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Com informações do Instagram
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A postura truculenta do parlamentar do PL acionou imediatamente a reatividade jurídica e policial da oposição. A equipe de Serafini registrou boletim de ocorrência e apresentou uma notícia-crime à Justiça Eleitoral para pedir o afastamento cautelar de Knoploch dos comitês da esquerda. Tentando inverter a narrativa e vitimizar-se nas redes sociais, o bolsonarista alegou que reagiu por causa de uma música provocativa direcionada a aliados da extrema direita, como Jair Bolsonaro e Flávio Bolsonaro, comprovando a incapacidade intrínseca do seu grupo político em aceitar o contraditório e o debate democrático.
O uso da força bruta e do armamentismo para coagir militantes revela a cobardia das lideranças alinhadas ao extremismo conservador no estado do Rio de Janeiro. A denúncia segue sob análise nas esferas criminal, cível e eleitoral, enquanto as forças progressistas reafirmam que não recuarão diante de ameaças promovidas por radicais de extrema direita, mantendo o apoio incondicional à democracia e aos projetos populares liderados pelo presidente Lula.
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Fonte: PlantãoBrasil

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