Relatório da PF aponta ACM Neto como líder de grupo investigado por fraudes em contratos

Um relatório da Polícia Federal no âmbito da Operação Overclean atribui a ACM Neto, candidato do União Brasil ao governo da Bahia, papel de liderança em uma organização criminosa investigada por fraudes e superfaturamento em contratos públicos. Segundo a apuração divulgada pela imprensa, o grupo associado ao empresário Marcos Moura, conhecido como "Rei do Lixo", teria movimentado cerca de R$ 1,4 bilhão em contratos suspeitos, incluindo processos de contratação na Secretaria Municipal de Educação de Belo Horizonte entre 2024 e 2025.
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A investigação aponta que integrantes do esquema teriam sido posicionados em áreas estratégicas da administração pública para direcionar licitações a empresas fornecedoras. Com base no histórico de mais de 200 conversas entre o candidato e o empresário, a PF solicitou ao Supremo Tribunal Federal (STF) mandados de busca e apreensão contra ACM Neto e o bloqueio de R$ 77,8 milhões em seus bens. O pedido contou com parecer favorável do procurador-geral da República, Paulo Gonet.
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Contudo, o ministro relator no STF, Kassio Nunes Marques, indeferiu os pedidos de busca e bloqueio patrimonial contra ACM Neto, avaliando que as provas apresentadas até aquele momento não justificavam medidas cautelares diretas contra ele, embora tenha autorizado ações focadas em auxiliares e assessores. Em nota, a assessoria de ACM Neto negou categoricamente qualquer irregularidade, classificou as acusações como falsas e denunciou o vazamento de informações como uma tentativa de interferência no processo eleitoral baiano.
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Com informações da CNN Brasil
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Fonte: PlantãoBrasil

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