Política · Economia

Padilha expõe plano de cortes de Flávio e lembra tesourada de 60% dada por Bolsonaro no programa

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha (PT), rebatendo duramente as declarações do candidato Flávio Bolsonaro (PL), alertou para os sérios riscos de desmonte que ameaçam o programa Farmácia Popular em caso de vitória da oposição. Após o senador tentar rebater alertas de cortes e acusar o governo federal de contingenciamentos, Padilha respondeu de forma contundente, destacando a diferença entre bloqueio orçamentário temporário e os cortes permanentes promovidos pela gestão anterior.
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Em sua publicação, Padilha ressaltou que o investimento no Farmácia Popular sob o governo Lula em 2024 foi mais de 20% superior ao de 2023 — e mais de quatro vezes maior do que o montante deixado pela gestão de Jair Bolsonaro, que previa uma tesourada de 60% na rubrica para 2023. O ministro lembrou que a reconstrução do programa permitiu expandir o público atendido de 20 milhões de pessoas em 2022 para 27 milhões em 2025, garantindo gratuidade total para todos os 41 medicamentos do catálogo, além de fraldas geriátricas e absorventes.

A preocupação com o futuro da política pública ganha força diante do plano de governo de Flávio Bolsonaro entregue ao TSE, que prevê um enxugamento drástico de R$ 190 bilhões em despesas públicas sem detalhar ou blindar programas sociais essenciais. Com orçamento atual de R$ 4,7 bilhões e presente em 97% dos municípios brasileiros, o Farmácia Popular gera uma economia de milhares de reais por ano para famílias de baixa renda, que correm o risco de perder a gratuidade caso os cortes projetados pelo candidato do PL sejam colocados em prática.
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Com informações do Brasil247

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Fonte: PlantãoBrasil

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