Política · Justiça · Segurança

Reitoria da Ufal aciona Polícia Federal e Ministério Público contra violência e invasão bolsonarista em campus

A reitoria da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) acionou a Polícia Federal, o Ministério Público Federal (MPF) e a Secretaria de Segurança Pública do Estado para exigir a imediata apuração criminal de uma invasão violenta promovida por extremistas de direita no campus de Arapiraca. O grupo invadiu dependências universitárias para arrancar materiais de mobilização política produzidos por estudantes e intimidar de forma truculenta uma professora que tentou conter a arbitrariedade em defesa da autonomia universitária.
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O ataque, que causou clima de pânico e revolta entre alunos, docentes e servidores, gerou reação imediata da gestão acadêmica e de entidades de classe, como a Associação dos Docentes da Ufal (Adufal). Além de exigir a identificação e a punição dos agressores — apontados por testemunhas como militantes radicalizados —, a universidade cobrou o reforço ostensivo do policiamento nos campi de Maceió e Arapiraca para conter a escalada de agressões políticas promovidas pela oposição no segundo turno.
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A ação truculenta em Alagoas escancara o método de intimidação e truculência empregado pela extrema direita contra os espaços liberto de debate e reflexão. Ao acionar os órgãos federais e o Tribunal Regional Eleitoral (TRE), a Ufal reafirmou que não aceitará o terrorismo virtual ou presencial em suas instalações, blindando o direito à livre manifestação e à soberania democrática dentro do espaço acadêmico.
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Com informações da UOL

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Fonte: PlantãoBrasil

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