Nunes Marques manda suspender o "Exército de Lula", administrado por Janones

Em mais um capítulo de extrema tensão no segundo turno das eleições presidenciais, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Kassio Nunes Marques, determinou a suspensão temporária do canal "Exército do Lula" no WhatsApp. Administrada pelo deputado federal reeleito André Janones, a plataforma contava com mais de 3 milhões de seguidores integrados e funcionava como um dos principais motores de engajamento da militância progressista para levar a verdade sobre o governo popular às redes e combater as investidas antidemocráticas do campo bolsonarista.
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A medida atende diretamente a uma representação movida pelo candidato de extrema-direita Flávio Bolsonaro (PL). Bateu o desespero na chapa bolsonarista após o crescimento acelerado da mobilização digital de Lula no segundo turno, o que levou a oposição a acionar o tribunal alegando suposta disseminação coordenada de conteúdos nas redes. A ordem fixou um prazo de apenas três horas para o aplicativo interromper o envio de publicações e vetar o ingresso de novos membros até a homologação final do pleito de 2026.
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Diante do ataque à organização da militância, a coordenação jurídica da campanha de Lula e o próprio deputado André Janones reagiram imediatamente, classificando a decisão como um absurdo e confirmando que vão recorrer com todas as medidas cabíveis no TSE. Como contra-ataque rápido para furar o cerco e manter o povo informado contra o avanço do fascismo, o campo progressista já começou a articular novos canais e frentes de mobilização no Instagram e Telegram, garantindo que a voz da democracia continue ecoando forte na reta final da disputa.
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Com informações do Instagram
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A medida atende diretamente a uma representação movida pelo candidato de extrema-direita Flávio Bolsonaro (PL). Bateu o desespero na chapa bolsonarista após o crescimento acelerado da mobilização digital de Lula no segundo turno, o que levou a oposição a acionar o tribunal alegando suposta disseminação coordenada de conteúdos nas redes. A ordem fixou um prazo de apenas três horas para o aplicativo interromper o envio de publicações e vetar o ingresso de novos membros até a homologação final do pleito de 2026.
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Diante do ataque à organização da militância, a coordenação jurídica da campanha de Lula e o próprio deputado André Janones reagiram imediatamente, classificando a decisão como um absurdo e confirmando que vão recorrer com todas as medidas cabíveis no TSE. Como contra-ataque rápido para furar o cerco e manter o povo informado contra o avanço do fascismo, o campo progressista já começou a articular novos canais e frentes de mobilização no Instagram e Telegram, garantindo que a voz da democracia continue ecoando forte na reta final da disputa.
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Com informações do Instagram
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Fonte: PlantãoBrasil

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