Política · Justiça

Estudo da Uerj desmascara atuação de Nunes Marques no TSE e expõe manobra que teria prejudicado Lula

Um estudo minucioso conduzido por pesquisadores da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) escancarou o tratamento abertamente desigual praticado pela cúpula do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), sob a presidência do ministro Kassio Nunes Marques. Os dados estatísticos revelam que a Corte Eleitoral desacelerou drasticamente o ritmo de seus julgamentos durante as eleições de 2026, ao mesmo tempo em que criou uma fila de duas velocidades, priorizando as representações da extrema-direita em detrimento das acusações legítimas apresentadas pela campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
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A análise detalhada do andamento processual evidencia que o gabinete de Nunes Marques deu andamento muito mais célere aos pedidos feitos pela equipe de Flávio Bolsonaro, enquanto deixou os requerimentos da campanha petista mofando nas gavetas. As decisões liminares e urgentes a favor da oposição foram concedidas em proporção três vezes maior do que as medidas solicitadas pela defesa de Lula. Essa paralisia seletiva compromete a eficácia das decisões sobre a propaganda eleitoral e prejudica diretamente o combate às fake news espalhadas pela extrema-direita na reta final do pleito.

A apuração técnica da Uerj corrobora as denúncias da militância e de juristas sobre a parcialidade e o aparelhamento de setores da Justiça Eleitoral para blindar o bolsonarismo. A revelação de que o presidente do TSE travou completamente as ações movidas por Lula reacende o alerta vermelho para a necessidade de vigilância constante sobre as manobras institucionais que tentam desequilibrar a disputa democrática no segundo turno.
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Com informações do jornal O Globo

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Fonte: PlantãoBrasil

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