Aliança do terror! Acusado de genocídio em Gaza, Netanyahu chama Trump de "melhor amigo de Israel"

A escancarada aliança entre a extrema-direita internacional e os promotores de barbárie e massacre civil ganhou mais um capítulo estarrecedor. O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu — alvo de um mandado de prisão internacional emitido pelo Tribunal Penal Internacional (TPI) por crimes de guerra, exterminação e por usar a fome deliberada como arma contra o povo palestino na Faixa de Gaza —, exibiu publicamente sua cumplicidade com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Em uma ligação veiculada em viva-voz em tom de comemoração política, Netanyahu não poupou bajulações, classificando o americano como "o melhor amigo que Israel já teve na Casa Branca".
A encenada troca de elogios ocorre a poucos dias das eleições parlamentares em Israel e expõe a visceral dependência do regime sionista do imperialismo norte-americano para sustentar a devastação humanitária e a violência militar na região. Trump, por sua vez, chamou o acusado de genocídio de "grande guerreiro", ignorando completamente as ações na Corte Internacional de Justiça e os apelos da comunidade internacional contra o massacre de dezenas de milhares de inocentes, mulheres e crianças em Gaza.
Essa perversa sintonia entre líderes autoritários evidencia o perigo que o extremismo de direita representa para a paz mundial e o direito internacional. Enquanto forças progressistas em todo o planeta lutam pela soberania dos povos, pelo fim dos massacres e pelo respeito aos direitos humanos, a aliança reacionária entre Trump e Netanyahu escancara a face mais cruel da política de agressão, reforçando a urgência da mobilização popular contra o fascismo e a cumplicidade imperialista em todas as suas manifestações.
Fonte: www1.folha.uol.com.br

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