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Investigações da PF colocam sob lupa elos financeiros entre Flávio Bolsonaro, Willer Tomaz e Banco Master

Humorista Fábio Porchat repercute apurações da Polícia Federal que apontam possíveis conexões financeiras entre o senador Flávio Bolsonaro e figuras centrais de investigações.

Foto: Fábio Porchat Crédito: Reprodução / YouTube · Original e licença

O humorista Fábio Porchat trouxe à tona, em sua participação no programa Revelando, novos detalhes sobre as investigações que miram o senador e candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL). O foco das atenções recai sobre as supostas conexões financeiras entre o parlamentar, o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, e o advogado Willer Tomaz.

Um dos pontos centrais da análise envolve a empresa Alcazar Holdings, sediada em Portugal. Segundo informações divulgadas pela Folha de S.Paulo, mensagens obtidas pela Polícia Federal sugerem que Flávio Bolsonaro teria tido acesso de nível master a uma conta bancária da companhia. Registros indicariam, inclusive, um pedido feito em 2025 por uma funcionária de Tomaz para desvincular o nome do senador da conta. Tanto o parlamentar quanto o advogado negam qualquer relação financeira compartilhada.

A Polícia Federal aprofunda as apurações sobre movimentações suspeitas que incluem o pagamento de viagens internacionais do senador em 2025 e transações ligadas a empresas de Willer Tomaz. Além disso, o advogado é alvo de investigações sobre cerca de R$ 1,4 bilhão em operações financeiras associadas à plataforma de apostas Blaze, conforme reportado pelo UOL. Tomaz nega irregularidades e rejeita a tese de participação societária oculta.

O cenário se complica com a investigação sobre o financiamento do filme 'Dark Horse', que narra a trajetória de Jair Bolsonaro, e questionamentos sobre o uso de bens de alto valor, como aeronaves e imóveis, que estariam ligados a pessoas próximas ao senador e ao empresário Daniel Vorcaro. A defesa de Flávio Bolsonaro sustenta que a relação com Tomaz é estritamente de amizade e critica a exposição de dados sigilosos durante o período eleitoral.

Fonte: Brasil 247

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