Merenda escolar ganha fôlego: investimento federal dispara 55% sob gestão Lula
O Dia Nacional da Alimentação na Escola destaca a recomposição orçamentária do PNAE, que saltou de R$ 3,58 bilhões para mais de R$ 5,4 bilhões desde 2023.

Foto: Merenda escolar - · Original e licença
Neste 21 de outubro, Dia Nacional da Alimentação na Escola, o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) celebra uma marca expressiva de recuperação. Após anos de estagnação orçamentária entre 2017 e 2022, o governo federal reverteu o cenário de desvalorização, elevando o investimento na merenda escolar em 55% desde o início de 2023.
Os números refletem uma mudança de prioridade na gestão da educação básica. Enquanto o orçamento do programa oscilava entre R$ 3,5 bilhões e R$ 4 bilhões nos anos anteriores — registrando R$ 3,58 bilhões em 2022 —, os aportes atuais do Ministério da Educação superam a marca de R$ 5,4 bilhões. O reajuste nos valores per capita, que variou entre 28% e quase 40% conforme a modalidade de ensino, permitiu que estados e municípios retomassem a compra de alimentos frescos e de maior qualidade nutricional.
Além do impacto direto na saúde e no desempenho cognitivo dos estudantes, o PNAE atua como um motor de desenvolvimento regional. A legislação exige que ao menos 30% dos recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) sejam destinados à agricultura familiar. Esse mecanismo fortalece a economia local, fixa produtores no campo e garante que os alimentos cheguem às escolas com maior valor nutricional e menor custo logístico.
Em resumo
- O investimento federal em alimentação escolar cresceu 55% desde 2023, superando R$ 5,4 bilhões.
- O reajuste nos repasses por aluno permitiu a compra de itens mais saudáveis, como carnes e orgânicos.
- A política prioriza a agricultura familiar, que recebe obrigatoriamente 30% dos recursos do programa.
Fonte: Revista Fórum

O que você acha desta notícia?
Seja o primeiro a compartilhar sua opinião.