Dez medidas do governo Lula que definem o debate na reta final das eleições
A dez dias do segundo turno, governo destaca ações em áreas como renda, educação e saúde que moldam o cenário da disputa presidencial.

Foto: Manifestantes na Av. Paulista pelo fim da escala 6×1. Foto: Pedro Stropasolas/Brasil de Fato · Original e licença
A apenas dez dias do segundo turno das eleições presidenciais, marcado para 25 de outubro, o governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) coloca em evidência dez iniciativas que impactam diretamente o cotidiano dos brasileiros. As ações, que abrangem desde a economia até a assistência social, servem como termômetro para o debate sobre os rumos do país nos próximos quatro anos.
Entre os destaques, a ampliação da isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil mensais beneficia cerca de 15 milhões de pessoas. No campo do trabalho, o governo impulsiona o debate sobre o fim da escala 6x1, visando mais tempo de descanso, enquanto a valorização do salário mínimo acima da inflação segue como pilar para a recomposição da renda das famílias.
Na área social e educacional, o programa Pé-de-Meia já atende 7,2 milhões de estudantes, combatendo a evasão escolar. Já na saúde, a Farmácia Popular consolidou a gratuidade de todos os 41 itens oferecidos. Além disso, o país celebrou a saída do Mapa da Fome da FAO, um marco importante na gestão petista.
Outras medidas em pauta incluem a redução de até 80% nos custos da CNH, a proposta de elevar o teto de faturamento dos MEIs para R$ 140 mil e a isenção de tributos sobre a cesta básica na reforma tributária. Recentemente, o governo também editou uma medida provisória em outubro de 2026 para suspender as atividades de plataformas de apostas, visando conter prejuízos financeiros da população.
Enquanto algumas dessas políticas já apresentam resultados concretos, outras dependem de tramitação no Congresso Nacional. O conjunto dessas ações compõe o centro da discussão eleitoral, contrapondo os resultados alcançados pelo atual governo às propostas para um eventual novo mandato.
Fonte: Diário do Centro do Mundo

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