Política

Campos critica 'fisiologismo' do governo

Em apresentação na Conferência Brasil – o que esperar dos próximos quatro anos, governador de Pernambuco e pré-candidato a presidente afirma, sem citar nominalmente o caso da compra da refinaria de Pasadena, pela Petrobras, que os últimos fatos demonstram que temos que ter uma governança a partir de critérios de meritocracia, e não na barganha do fisiologismo, que domina o pacto político hoje; para Eduardo Campos, governo tem dificuldade de interagir com a sociedade, instituições e empresários

Sem citar diretamente o caso de Pasadena, o governador de Pernambuco e pré-candidato a presidente da República, Eduardo Campos (PSB), criticou nesta terça-feira 25 o que chamou de fisiologismo no governo da presidente Dilma Rousseff. Com a afirmação, Campos critica indiretamente a gestão da Petrobras.

Últimos fatos demonstram que temos que ter uma governança a partir de critérios de meritocracia. E não na barganha do fisiologismo, que domina o pacto político hoje, disse Campos, durante apresentação na Conferência Brasil – o que esperar dos próximos quatro anos.

O presidente do PSB voltou a dizer que o Brasil vive uma crise de expectativa e confiança, que pode ser traduzida numa crise política de sustentação do atual governo. Segundo ele, o governo atual tem dificuldade em interagir com instituições, sociedade e empresários. Além disso, segundo ele, há dificuldade em se perceber para onde se está indo efetivamente.

O governador, que respondeu a perguntas da plateia depois da apresentação, disse que o discurso de que só um força política vai continuar com o Bolsa Família é mentiroso e uma tentativa de o medo vencer a esperança. Usando novamente o discurso do ex-presidente Lula na campanha de 2002, ele reforçou que nos últimos anos, o Brasil tem assistido a esperança vencer o medo.

Fonte: Brasil 247

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