Lula bate duro no Financial Times e na Economist

Ex-presidente critica postura da mídia econômica do Reino Unido: Quanto mais distante, mais erram. Não posso entender como classificam de frágil uma economia com reservas de US$ 338 bilhões e com pleno emprego. Gostaria que fossem estudar economia antes de repetirem previsões que não se concretizam
Em homenagem da Associação de Diários do Interior (ADI), o ex-presidente Lula criticou os jornais de grande circulação e à mídia econômica do Reino Unido, em referência ao jornal Financial Times e a revista The Economist. Publicações tem atacado a gestão da presidente Dilma Rousseff.
Quanto mais distante, mais erram. Não posso entender como classificam de frágil uma economia com reservas de US$ 338 bilhões e com pleno emprego, no momento em que o mundo destruiu, desde 2008, 62 milhões de empregos. E ficam repetindo aqui como papagaios. Gostaria que fossem estudar economia antes de repetirem previsões que não se concretizam, afirmou.
Ele também destacou o papel da mídia regional: Nunca antes o governo investiu tanto em desenvolvimento regional quanto nos últimos 11 anos e é a imprensa local que traduz essas realidade. Quando anunciamos um plano recorde de safra, é a mídia local que detalha as condições de financiamento e como ele pode ser obtido. Nos grandes jornais, o que sai é que a inflação vai aumentar porque o governo está expandindo o crédito, disse.
Fonte: Brasil 247

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