Eliane: Joaquim não teve o fecho de ouro que queria

Colunista Eliane Cantanhede diz que, goste-se ou não de Joaquim Barbosa, não há como negar que ele apavorou os poderosos e lavou a alma do povo brasileiro; segundo ela, ele deixa o STF, no entanto, com uma missão pendente: “Depois de subjugar poderosos da política, sonhava derrotar os bancos”, em referência à perda pelos planos econômicos
A colunista Eliane Cantanhêde traça o perfil “fora do padrão” de Joaquim Barbosa, na Presidência do STF. “Levado pela mão de Lula como um troféu, para ser um negro dócil e agradecido, Joaquim Barbosa rebelou-se contra o papel e desnorteou o PT, o governo e os próprios pares”.
Diz, no entanto, que ele poderia ter sido simplesmente altivo e muitas vezes foi flagrantemente arrogante. Mas, afirma que, goste-se ou não de Joaquim, não há como negar: apavorou os poderosos e lavou a alma do povo brasileiro.
Eliane conclui que, de saída, ele ainda atropelou José Dirceu, mas não conseguiu o fecho de ouro que tanto queria: derrotar os bancos com o julgamento das perdas pelos planos econômicos
Fonte: Brasil 247

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