Máquinas políticas terão peso decisivo na reta final

Colunista Tereza Cruvinel afirma, em seu blog no 247, que se as pesquisas eleitorais confirmarem empate técnico entre Dilma e Aécio até a véspera da eleição, ficará evidente que o marketing não desempata mais a disputa e a decisão passa a depender da força eleitoral dos agentes políticos aliados a cada um; Estando no poder, tendo a gratidão e o apoio de boa parte dos governadores e dos prefeitos, Dilma leva vantagem na ação das máquinas eleitorais nos estados, escreve ela; o tucano, por outro lado, em matéria de grandes máquinas, conta com alguns puxadores importantes, como a família Campos em Pernambuco, Geddel Vieira Lima na Bahia, os Bornhausen em Santa Catarina, Marconi Perillo em Goiás, para ficar nos estados com maior peso; com a vantagem numérica nas pesquisas e uma militância aguerrida, o PT pode novamente fazer a diferença; leia a íntegra
Em nova coluna em seu blog no 247, Tereza Cruvinel afirma que, mantida disputa equilibrada entre a presidente Dilma Rousseff (PT) e o candidato do PSDB, Aécio Neves (PSDB), ficará evidente que o marketing não desempata mais a disputa e que a decisão do vencedor no segundo turno terá de vir da força das máquinas políticas. Isso acontece quando, esgotados todos os recursos de autopromoção e desconstrução do outro, a decisão passa a depender da força eleitoral dos agentes políticos aliados a cada um, diz ela.
No caso presente, dos candidatos a governador, dos prefeitos e caciques regionais com poder de influência sobre a decisão de grandes blocos de eleitores. São os feudos, outrora chamados de currais eleitorais, continua a jornalista, sobre o cenário atual. Ela cita que, em 2002, as máquinas pesaram muito a favor da vitória de Lula contra Serra, assim como no segundo turno de 2010, quando Lula articulou a ação dos aliados de peso a favor de sua candidata, Dilma Rousseff.
Em matéria de marketing, a não ser que voltem a partir para os golpes baixos, tática de que parecem ter desistindo, os dois candidatos já queimaram os principais cartuchos, observa Tereza. Ela acredita que, estando no poder, tendo a gratidão e o apoio de boa parte dos governadores e dos prefeitos, Dilma leva vantagem na ação das máquinas eleitorais nos estados. Mas que Aécio, em matéria de grandes máquinas, conta com alguns puxadores importantes, como a família Campos em Pernambuco, Geddel Vieira Lima na Bahia, os Bornhausen em Santa Catarina, Marcone Perillo em Goiás, para ficar nos estados com maior peso.
Com a vantagem numérica nas pesquisas e uma militância aguerrida, o PT pode novamente fazer a diferença nos últimos dias. Leia a íntegra em Quando as máquinas é que decidem.
Fonte: Brasil 247

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