PML: DERROTADA, OPOSIÇÃO COPIA AMERICANO TEA PARTY

Colunista do 247 Paulo Moreira Leite diz que oposição no Brasil, liderada pelo PSDB, tenta reproduzir a situação da extrema direita americana, que periodicamente tenta paralisar os investimentos e gastos do governo; sobre a proposta do governo de mudar o cálculo do superávit primário, jornalista diz que oposicionistas têm postura destrutiva e predatória, criando um terrorzinho ao falar em discutir a questão inclusive do ponto de vista judicial, como disse ontem Aécio Neves, numa tentativa de criminalizar um debate que é político; Evitando rejeitar as manifestações a favor de um golpe de Estado, o PSDB agora luta para aplicar, em Brasília, um programa de austeridade que a população não apoiou, ressalta PML.
Derrotada nas últimas três eleições presidenciais, a oposição, liderada pelo PSDB, tenta reproduzir agora a situação da extrema direita norte-americana, o movimento do Partido Republicano Tea Party, que periodicamente tenta paralisar os investimentos e gastos do governo, afirma o diretor do 247 em Brasília, Paulo Moreira Leite, em nova coluna em seu blog.
O jornalista diz que o PSDB e aliados têm postura destrutiva e predatória ao condenar a proposta do governo de alterar o cálculo do superávit primário, criando até mesmo um terrorzinho ao falar em discutir a questão inclusive do ponto de vista judicial, como afirmou ontem o senador Aécio Neves, numa tentativa de criminalizar um debate que é político. Leia a explicação de PML:
Vamos entender a discussão. O Planalto quer modificar o cálculo para permitir o prosseguimento das obras do PAC e diminuir as carências de nossa infraestrutura (...). É fácil entender estes cuidados. Interromper o PAC implica em desempregar milhares de trabalhadores e atrasar por anos — e quem sabe cancelar para sempre — obras essenciais para o país. Modificar as desonerações implica em criar uma nova tensão entre as regras tributárias e o setor privado. Quem pode ganhar com isso, neste momento?
Em sua avaliação, a oposição quer dar um empurrão para tentar colocar o país em recessão, rebaixando o crescimento, que está fraco, e queimando o segundo mandato de Dilma antes de ele começar. Imagine aonde eles pretendem chegar. Quem sabe 2018. O colunista constata: Evitando rejeitar — de modo categórico e sem deixar dúvidas — as manifestações a favor de um golpe de Estado promovidas por uma fatia dos eleitores de Aécio, o PSDB agora luta para aplicar, em Brasília, um programa de austeridade que a população não apoiou.
Fonte: Brasil 247

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