PETROBRAS TERÁ COMANDO TÉCNICO, E NÃO POLÍTICO

Ideia de substituir a presidente da Petrobras, Graça Foster, por Jaques Wagner, que foi defendida por diversos setores do PT, está praticamente descartada; caso a presidente Dilma mude o comando da estatal, será para indicar alguém oriundo da Petrobras e de perfil técnico
A proposta de substituição de Graça Foster, presidente da Petrobras, pelo governador baiano Jaques Wagner, que foi defendida por diversos setores do PT, está praticamente descartada. É o que informa reportagem de Letícia Casado, do jornal Valor Econômico (leia aqui).
O próprio PT reconhece que uma eventual mudança, se houver, deverá ter como norte a indicação de alguém com perfil técnico – e não político.
A escolha de Wagner sinalizaria continuidade do comando político na estatal. Ele é politicão demais. Há outros espaços para Wagner no governo, como (os ministérios de) Casa Civil ou Relações Institucionais, diz uma fonte, relata a repórter do Valor.
Em outro trecho, ela reporta que um líder petista diz achar que Dilma fará uma transição lenta, mantendo Graça Foster no cargo por talvez um ano e depois indicando alguém com perfil técnico e oriundo da própria Petrobras, para ocupar o cargo em um segundo período de transição.
Fonte: Brasil 247

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