DILMA ADIA NOVOS NOMES E RESOLVE 'DILEMAS' COM O PT

Desistam de esperar anúncio de ministros neste final de semana (...). Novos nomes só devem ser anunciados a partir de segunda-feira, dia 29, quando também devem ser divulgadas medidas fiscais e tributárias, anuncia Tereza Cruvinel, em seu blog no 247; segundo a jornalista, a presidente tem, no entanto, alguns dilemas para resolver, sendo o principal sobre reações do PT contra nomes como o de Miguel Rossetto, Pepe Vargas e Ricardo Berzoini; há ainda uma dúvida sobre a participação de Minas no Ministério, com alguém indicado por Fernando Pimentel, e a escolha de um novo chanceler; o inconveniente de Celso Amorim, mais indicado para o posto, talvez seja a proximidade com Lula, um traço que Dilma atenuou bastante na nova equipe, pelo menos entre os já escolhidos
De seu retiro na Base de Aratu (BA), onde descansa, a presidente Dilma Rousseff decidiu adiar o anúncio de novos ministros da cota do PT, que esperava-se, seria feito ontem. Novos nomes só devem ser anunciados a partir de segunda-feira, dia 29, quando também devem ser divulgadas medidas fiscais e tributárias, anuncia Tereza Cruvinel, em nova coluna em seu blog no 247.
Segundo a colunista, a presidente tem alguns dilemas para resolver antes do anúncio. Houve reação à possibilidade de a corrente Democracia Socialista, a DS, forte no Rio Grande do Sul, emplacar o ministro Miguel Rossetto na Secretaria-Geral e ainda Pepe Vargas na Secretaria de Relações Institucionais, a SRI. Por isso nem Pepe foi confirmado juntamente com os outros 13 ministros, na terça-feira, nem Ricardo Berzoini foi anunciado entre eles como futuro ministro das Comunicações, embora sua escolha já esteja certa, detalha a jornalista.
Outra dúvida, segundo Tereza, é sobre a participação de Minas no novo Ministério, com alguém indicado pelo governador eleito Fernando Pimentel. O indicado do PP para a Integração Nacional, Aguinaldo Ribeiro, não é do gosto de Dilma, que prefere Gilberto Occhi, um técnico, hoje no comando das Cidades. Há ainda de ser feita a escolha do novo chanceler. Celso Amorim, que deixa a defesa, é o mais indicado para o posto. O inconveniente talvez seja a proximidade com Lula, um traço que Dilma atenuou bastante na nova equipe, pelo menos entre os já escolhidos, analisa Tereza.
Fonte: Brasil 247

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