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RODÍZIO PODE SER EVITADO SE CANTAREIRA ATINGIR 14%

Nesta quarta-feira, o reservatório teve a maior alta do ano, passando de 8,3% para 8,9%; além das chuvas, o governo tucano de Geraldo Alckmin espera que as obras de socorro adicionem cerca de 3,5 mil litros por segundo aos reservatórios que abastecem a Grande São Paulo (hoje são 54 mil litros por segundo)

O nível do Sistema Cantareira continua a subir, com a sequência de chuvas registrada em fevereiro. Nesta quarta-feira, o reservatório teve a maior alta do ano, passando de 8,3% para 8,9%.

Para evitar o severo racionamento de água previsto pelo governo de São Paulo, de Geraldo Alckmin (PSDB), de até quatro dias com as torneiras secas, o sistema teria de atingir 14% de sua capacidade até o final de março.

Além das chuvas, o governo tucano espera que as obras de socorro adicionem cerca de 3,5 mil litros por segundo aos reservatórios que abastecem a Grande São Paulo (hoje são 54 mil litros por segundo).

Para a Sabesp, ainda é cedo para comemorar. Segundo a colunista Mônica Bergamo, apesar das manifestações públicas de otimismo e esperança do governo de SP, a adoção do rodízio de água ainda é considerada na empresa a hipótese mais provável para enfrentar a crise hídrica.

A companhia está de olho na vazão da água que corre para o sistema Cantareira. Nesta semana, ela chegou a 78,21 m³/s, maior do que a média histórica para o mês, de 72,9 m³/s. Mas isso só ocorreu em poucos dias, insuficientes para reverter o quadro de tensão.

Fonte: Brasil 247

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