Política · Justiça

MORO FOCADO NO PT, AÉCIO, FURNAS, CEMIG, BAURUENSE ESTÃO PROTEGIDOS #DesaTUCANAMoro


Ao se focar apenas no PT, cumprindo uma agenda que parece ter como objetivo a própria extinção do partido, como defende o deputado Carlos Sampaio (PSDB-SP), Moro cria, nas palavras do jornalista Paulo Nogueira, editor do Diário do Centro do Mundo, a sensação de uma justiça injusta.

Ele jamais deu à Lava Jato uma coloração apartidária, assim como Joaquim Barbosa e o STF, um pouco atrás, para o Mensalão. Mais uma vez, fica a sensação que o principal alvo não é exatamente a corrupção, mas o PT e o governo Dilma. E disso resulta a percepção, entre tantos brasileiros, de uma justiça injusta, simbolizada há algum tempo em JB e agora em Moro, afirma Nogueira.

No início da Operação Lava Jato, Moro também flagrou operações de Youssef na Cemig. Mas afirmou que não iria investigar o caso porque não tinha conexão com a Petrobras – que também não era o foco inicial das investigações de Moro. No caso, a Investminas, do empresário Pedro Paulo Leoni Ramos, ex-ministro do governo Collor, teria pago uma propina de R$ 4,6 milhões à MO Consultoria, do doleiro Alberto Youssef, para vender alguns ativos à Light, empresa do Rio de Janeiro, controlada pela Cemig, estatal que é a joia da coroa mineira. Moro não tomou nenhuma providência relacionada ao caso – ao menos, até agora – porque, segundo ele próprio disse, não estaria relacionado aos desvios na Petrobras. Eis o que escreveu Moro:


Fonte: 247

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