RICOS PAGAM POUCOS IMPOSTOS NO BRASIL, DIZ PESQUISADOR

O professor de finanças internacionais da Universidade de Columbia, Fernando Sotelino, afirma que, na questão fiscal brasileira, prevalece uma injustiça; É o fato de que realmente os ricos pagam muito pouco imposto no Brasil, ressalta; segundo ele, os mecanismos para evitar a tributação do imposto de renda aos 27,5% (a taxa mais alta vigente hoje) são muitos; Por exemplo, um porque eu sei que exista uma medida provisória desde 2013, querendo revisitar isso, mas é a questão da pessoa física brasileira com recursos no exterior poder diferir o imposto de renda dos seus rendimentos no exterior, até trazê-los de volta para o Brasil, frisa
O professor de finanças internacionais da Universidade de Columbia, Fernando Sotelino, afirma que, na questão fiscal brasileira, prevalece uma injustiça.
E ainda na questão fiscal, coisas que começam a ser discutidas e aí existe a questão da injustiça, é o fato de que realmente os ricos pagam muito pouco imposto no Brasil, diz. Segundo ele, os mecanismos para evitar a tributação do imposto de renda aos 27,5% (a taxa mais alta vigente hoje) são muitos. Por exemplo, um porque eu sei que exista uma medida provisória desde 2013, querendo revisitar isso, mas é a questão da pessoa física brasileira com recursos no exterior poder diferir o imposto de renda dos seus rendimentos no exterior, até trazê-los de volta para o Brasil, ressalta.
Ele avalia que superar o tripé que costuma ser apontado como entrave ao crescimento e desenvolvimento —relações trabalhistas complicadas, burocracia e carga tributária— não é algo possível de ser feito rapidamente, mas o país está no caminho.
Na questão da reforma previdenciária, aposentadoria aos 65 ou aos 70? Na questão da pensão para viúva ou para a família, aposentadoria integral ou um valor menor, dado, que a família diminuiu de tamanho? Todas essas coisas são absolutamente legítimas e estariam dando uma contribuição material para essa caminhada, afirma ele. A questão da tributação, para ele, é mais complicada, devido a um processo fiscal cheio de impostos indiretos, que acabam aumentando o custo da produção, para impostos mais simplificados, quase que na ponta do consumo.
Fonte: Brasil 247

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