ALCKMIN: FEZ ILEGAL DESCONTO DO SALÁRIO DE PROFESSORES EM GREVE, REELEITO NO 1° TURNO

247 - O Tribunal de Justiça de São Paulo acatou a ação preventiva do Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp) e decidiu que é ilegal o corte dos salários do professores em greve na rede estadual. Parados há 54 dias, alguns professores tiveram descontos de até 50% nos salários.
De acordo com a decisão da juíza Celina Kiyomi Toyoshima, da 4ª Vara de Fazenda Pública, a greve é um direito previsto pela Constituição Federal e que, até que haja solução sobre a legalidade ou não do movimento, o desconto salarial pelos dias de paralisação e corte de ponto é prematuro. A decisão liminar ainda estipula multa de R$ 5 mil por cada dia de descumprimento.
Nesta quarta-feira, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) defendeu o corte de salário. Governo não faz o que quer, não tem essa liberalidade. Se (o professor) dá aula, tem frequência? se não dá aula, não tem frequência. Como vai dar frequência para quem não dá aula? Isso é prevaricação, afirmou.
Fonte: 247

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