SITE DA ' REVISTINHA ' VEJA DEVE TER PACTO COM O OUTRO. EMPIR I CUS. VEJA: ' PAGUE O QUE ME DEVE, POR SEU MADRUGA

O site da revista Veja tem feito terror com um suposto confisco velado da poupança e como ele poderá provocar uma quebra estrutural do mercado imobiliário. Trata-se de um anúncio da consultoria Empiricus, dirigida por Felipe Miranda, que já previu coisas como o fim do Brasil e o aniquilamento da Petrobras (pouco antes da disparada recente dos papeis da companhia).
O anúncio leva para uma página com longas explicações do que seria o confisco. Não se trata, explica a Empiricus, de tomada das reservas das pessoas pelo governo, o que seriam boatos inverídicos e infundados, mas de um confisco velado da poupança e como ele poderá provocar uma quebra estrutural do mercado imobiliário, afetando desde o preço das moradias, à decisão da compra/venda do imóvel e o valor da parcela de quem possui financiamento imobiliário.
Segundo o texto, assinado por Renato Breia, que se define economista e especialista em investimentos, o movimento pode ser explicado de três formas: 1) Ainda que infundados, os boatos de confisco alimentam a sensação de desconfiança em quem mantém dinheiro em poupança; 2) A piora na atratividade de se manter dinheiro na poupança; e 3) A estagnação econômica, que faz o brasileiro sacar suas reservas para fechar as contas do mês, sem conseguir repor o dinheiro sacado.
Apesar de dizer que não se trata de confisco das reservas dos brasileiros pelo governo, o que a Empiricus faz, na prática, é contribuir com o terrorismo dos boatos, uma vez que no anúncio e no início do texto essa explicação não é feita. O uso de termos e frases como onda de saques e veja abaixo se ainda dá tempo de fazer algo no seu caso apenas alimenta a falsa informação, que foi negada pelo ministério da Fazenda em março. De acordo com a Empiricus, não se trata apenas da simples perda de atratividade da poupança, mas da indicação de que haverá um aumento no ritmo de saques, que já é histórico.
Para a consultoria, a decisão racional a se tomar hoje é sacar o dinheiro da poupança, algo que, se todos fizerem, o próprio economista admite, ficará cada vez mais difícil financiar a casa própria, uma vez que parte dos recursos investidos na poupança é utilizado pelos bancos para o financiamento imobiliário. O texto traz a seguinte previsão, como gosta de citar, catastrófica: O colapso do sistema habitacional brasileiro tem data prévia marcada: daqui a seis meses (período que deve marcar o esgotamento dos recursos da poupança para financiamentos, caso se mantenha o atual ritmo de saques).
Fonte: 247

O que você acha desta notícia?
Seja o primeiro a compartilhar sua opinião.