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Mundo seria mais seguro com Kadafi e Saddam, diz Trump

Exame Abril

Da EFE
Washington - O pré-candidato republicano à presidência dos Estados Unidos, Donald Trump, disse neste domingo que o mundo seria mais seguro se não tivessem acabado as ditaduras de Muammar Kadafi, na Líbia, e Saddam Hussein, no Iraque, e que fazer algo similar com Bashar al Assad terá as mesmas consequências na Síria.

Em entrevista ao programa Meet the Press, Trump considerou que Iraque e Líbia se tornaram um desastre desde que Saddam Hussein e Muammar Kadafi perderam o poder.

Não tivesse ocorrido o que aconteceu em Benghazi, trata-se de apenas uma situação que foi terrível, disse em referência ao ataque contra a missão diplomática dos EUA na Líbia em 2012, que causou a morte de quatro americanos, entre eles o embaixador do país americano, Christopher Stevens.

Gastamos US$ 2 trilhões no Iraque, provavelmente US$ 1 trilhão no Afeganistão. Estamos destruindo nosso país, acrescentou o multimilionário, que se opôs à Guerra do Iraque impulsionada pelo ex-presidente George W. Bush.

Trump afirmou não ser contra que o presidente russo, Vladimir Putin, intervenha na Síria para atacar o grupo jihadista Estado Islâmico (EI) e que também ajude o líder sírio a se manter no poder.

Além disso, considerou que os ataques que enfraqueceram o regime de Al Assad são os que provocaram o fluxo em massa de refugiados sírios rumo à Europa.

Focamos na Líbia, e o que fizemos lá foi um desastre. Focamos em Saddam Hussein no Iraque, olha o que fizemos lá, um desastre. Isto (na Síria) vai dar no mesmo, concluiu.

Tópicos: Empresários, Celebridades, Donald Trump, Estados Unidos, Países ricos, Iraque, Muammar Kadafi, Políticos

Fonte: Exame Abril

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