Economia

Cada dia uma nova (e maior) agonia. Volume dos serviços cai 2,4% em um mês

Não é um “fatosinho”, como fala, de forma debochada, o senhor Michel Temer.

O dado divulgado agora cedo pelo IBGE registrando uma retração de 2,4% do volume de atividades do setor de serviços em outubro, em relação a setembro, é uma coleção de luzes vermelhas acesa sobre o próprio resultado da economia brasileira este ano.

Muito mais importante que os indicadores da indústria e do comércio varejista, o setor é o maior na formação do PIB. E outubro é o primeiro mês da “retomada redentora” ou da “já que não subiu parou de cair” estabilidade que servia de remédio à frustração.

Serviços não só são a maior fonte de empregos no Brasil quando aquele que mais diretamente responde, jundo com o comércio e a construção civil, em desemprego quando se retraem.

Os jornais registram que o resultado é “o pior desde 2012” por uma única e eufemística razão: a pesquisa em separado dos Serviços pelo IBGE começou em 2012. Não poderia ser pior que antes, portanto.

Fonte: tijolaco

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