Segurança

Ex-executivo da Odebrecht quis entregar esquemas de corrupção desde FHC, mas Lava-Jato só quis saber do PT

A força-tarefa imersa nos mares da parcialidade, partidarismo e objetivos políticos bem específicos.

Da coluna Gente, de Gisele Vitória,Istoé

Alexandrino de Alencar, ex-executivo da Odebrecht preso por quatro meses na 14a fase da operação Lava Jato e libertado há cerca de um mês, tem confidenciado a amigos que, em seus depoimentos na prisão, propôs contar tudo o que sabia sobre as relações da companhia com os governos brasileiros ao longo de mais de 20 anos como funcionário de carreira do grupo. “Mas não se interessaram em saber tudo. Só quiseram informações dos últimos 12 anos”, assim Alexandrino tem dito.

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