Sem apoio no Congresso, FHC dá a ideia para Temer cortar a aposentadoria por Medida Provisória
MP entra em vigor imediatamente e o Congresso só precisaria dar aval

Se a crise política inviabilizar totalmente a tramitação da reforma da Previdência, o governo Temer ou um eventual substituto já contam com alternativas para passar as mudanças.
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Parte das medidas propostas como emenda constitucional pode ser tomada por legislação ordinária (medida provisória, por exemplo), o que reduz muito as dificuldades políticas para aprová-las.
As informações são de reportagem de Ana Estela de Sousa Pinto na Folha de S.Paulo.
"Para virar lei, uma MP precisa apenas da maioria simples (50% mais um dos parlamentares presentes no plenário), em apenas uma votação em cada uma das Casas.
Já mudanças na Constituição, como as propostas na reforma, exigem o voto de três quintos dos 513 deputados ou 81 senadores, independentemente de quantos estiverem presentes, em duas votações.
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Entre o que pode ser revisto com mais facilidade estão medidas que elevam as receitas, como a alíquota de contribuição previdenciária, e cortam despesas, como a fórmula de cálculo dos benefícios, entre outras.
Embora o impacto principal da reforma da Previdência nas contas públicas seja de longo prazo, equilibrar suas contas pode significar mais fôlego para que o governo mantenha investimentos sob a lei do teto dos gastos.
Cálculos indicam que, sem a reforma, o teto se torna inviável já em 2022. Com mudanças, ele pode acomodar os gastos até 2025."
P.S. os "cálculos" esqueceram de dizer que se empresas como Globo, Friboi e Itaú pagarem as dívidas, o teto pode ser triplicado sem precisar aumentar a idade ou tempo de contribuição
Fonte: brasil247

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