Marcela Temer vai às compras

E quem disse que ser Primeira Dama, mesmo que através de um golpe, não tem suas benesses? Se você tem alguma dúvida do quanto é bom isso é maravilhoso, vá lá portão da transparência do governo federam e dê uma pesquisada. Lá verá que só nos primeiros seis meses a dona de casa, Marcela Temer, gastou mais de R$ 12.000.000,00 (doze milhões) com cartão corporativo. Essa informação equivaleu a 40% dos gastos de todos os cartões em mãos de funcionários.
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Criado em 2001 para que gestores de órgãos do governo federal pudessem pagar pequenas despesas sem precisar de licitação, eles se tornaram o caminho para a gastança, quando se refere a presidência da república, e mais especificamente, ao gabinete presidencial.
Hipoteticamente imaginemos a Marcela indo a um supermercado e fazendo as compras. Concebamos que a Presidência da República de Brasil não pode, e nem deve viver de cesta básica. Vendo por esse lado, conseguimos saber o quanto e o que pode ter sido comprado por ela com o valor acima citado. Uma mãe de família, que ganha um salário mínimo, tem em mãos R$ R$ 937,00 (novecentos e trinta e sete reais). E que ela não vai gastar nada do valor com água, energia, remédios, transporte para ir trabalhar. Enfim, terá todo o valor para ir as compras como vai a Marcela. Se ela for moradora de Porto Alegre, irá gastar Porto Alegre R$ 435,51 (quatrocentos e trinta e cinco reais e cinquenta e um centavos).
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Mas “Maria” não é a Marcela, que viaja em avião exclusivo com seu cartão corporativo e vai as compras na Alemanha, Rússia, Noruega, Índia... Marcela é uma das poucas mulheres deste Brasil que pode ir a um restaurante caro, pagar a conta e não gastar nada do seu dinheiro pessoal. Porque, como diz o bordão da personagem Dra. Lorca, interpretada pela atriz Fabiana Karla, “isso pooooode!”. No país do Golpe, tudo isso “pooooode!
Pobre da Maria que têm que viver dignamente com o seu salário, enquanto a Marcela, cuja a única ocupação é a de ser esposa do golpista Temer, pode viver de boa, em palácio com empregados a disposição e com tudo “DiGrátis”.
Fonte: dimas roque

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