Cadê a OAB? Temer, Cunha e Joesley usavam advogado de Funaro para não deixá-lo delatar
Ele tem que perder sua carteira da OAB urgentemente

O doleiro e operador do PMDB de Michel Temer, Lúcio Funaro, afirmou em sua delação que o grupo de Temer e Joesley Batista, da JBS, tinham um pacto para comprar seu silêncio.
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De acordo com o depoimento, o "Planalto", na verdade, vinha monitorando as conversas de Funaro com o Ministério Público através de advogados. Funaro afirma que o atual defensor e amigo de Temer, Antonio Cláudio Mariz de Oliveira, seu antigo advogado, foi o responsável por vazar ao presidente a informação de que ele buscava um escritório especializado em delações, diz o Jornal GGN.
Ainda segundo a delação, o ex-deputado Eduardo Cunha e Eliseu Padilha também teriam enviado advogados para sondar a intenção de Funaro em delatar o grupo.
O operador afirma que além do núcleo duro do governo Temer, a JBS tinha interesse em evitar a sua delação. E corroborou com o depoimento de Joesley Batista ao afirmar que os pagamentos feitos à sua família pelo empresário vinham de "créditos" - propina - recebida por ajudar o grupo na compra da Alpagartas. Quando o "crédito" acabou, Joesley procurou Temer, através de Rodrigo Rocha Loures, para criar um novo esquema que pudesse abastecer Funaro.
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Segundo Funaro, tudo começou quando Cunha teve as contas na Suíça descobertas pelas autoridades, o advogado do grupo J&f Francisco de Assis chegou a oferecer os serviços do advogado Lucio Velo ao ex-deputado. Velo defendia os interesses da empresa de Joesley no exterior.
Fonte: Brasil247

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