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Em conversas com o tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, o coronel Jean Lawand Júnior citou o apoio do general de divisão Edson Skora Rosty para sustentar o aval das Forças Armadas na realização de um golpe. A informação é da revista Veja.
“Meu amigo, na saída do QG encontro bom [com] o ROSTY, SCmt COTER. Foi uma conversa longa, mas para resumir, se o EB [Exército Brasileiro] receber a ordem, cumpre prontamente. De moto [modo] próprio o EB nada vai fazer porque será visto como golpe. Então, está nas mãos do PR [presidente da República, Jair Bolsonaro]”, repassou Lawand a Cid no dia 2 de dezembro.
O militar, no entanto, disse não se lembrar da conversa repassada por Lawand: “Eu não sei o que se trata. E um cara, que não se sabe quem, disse que conversou comigo na saída do QG. Eu já começo a achar isso difícil, porque quando eu frequentava o QG eu tinha viatura funcional, dificilmente estaria conversando com alguém na saída. Isso não é coerente. Aí esse cara falou com o Lawand, que disse, que disse… Uma fofoquinha de quem falou”.
Mesmo considerando difícil a conversa ter acontecido da maneira relatada por Lawand, o general ressaltou que o que teria sido dito na ocasião é algo apenas “coerente”.
“Você acha que o Exército, por iniciativa própria, vai atuar em alguma intervenção? Não. Esqueça esse fato de agora. Porque a intervenção federal na segurança pública do Rio de Janeiro foi o Exército que fez, não foi? Houve uma ordem, o apoio governamental, caracterizada pela Garantia da Lei e da Ordem. Então o teor dessa conversa que você está dizendo nada mais é do que a Legislação certa”, completou.
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