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Ex-presidente havia dito que imunizante contém óxido de grafeno, que se acumularia nos testículos e ovário. Garantiu que havia lido a bula da Pfizer, mas esta não fala de grafeno.
Jair Bolsonaro continua produzindo estragos e, depois de propagar mais uma mentira, ele usou a rede social para se desculpar. Às vésperas do julgamento do pedido de sua inelegibilidade pelo TSE, marcado para a próxima quinta-feira (22), ele disse neste sábado, em encontro na cidade de Jundiaí, São Paulo, que havia óxido de grafeno na composição da vacina da Pfizer contra a covid-19.
"Em relação a uma conversa no dia de ontem, na cidade de Jundiaí (SP), sobre a existência de óxido de grafeno na vacina de tecnologia RNA, houve um equivoco da minha parte. Como é de conhecimento público sou entusiasta do potencial de emprego do óxido de grafeno, por isso inadvertidamente relacionei a substância com a vacina, fato desmentido em agosto de 2021. Mais uma vez lamento o falado e peço desculpas", disse, por meio do Facebook, neste domingo.
A declaração criminosa dele (porque afasta pessoas da necessária imunização) foi esta:
“Agora vocês vão cair para trás . A vacina de RNA tem dióxido de grafeno, tá. Onde ele se acumula, segundo a Pfizer, que eu fui lá ver aquele trem? No testículo e no ovário. Eu li a bula”.
Outra mentira. Na bula do imunizante, esse dado não existe (você pode ler aqui). As bulas de outras fabricantes de vacinas também não indicam uso da substância na composição.
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