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Em entrevista à CNN Brasil, disse estar sendo “abortado” e que há uma quase unanimidade de que perderá a ação. Caso seja considerado inelegível, ele afirmou que recorrerá ao Supremo Tribunal Federal. Além disso, revelou que solicitou ao ministro Benedito Gonçalves a quebra de sigilo de trechos de sua defesa.
“Estão fazendo um aborto comigo”, disse Bolsonaro. “Estão tirando a mim do útero; é quase uma unanimidade que vou perder a ação lá.”
O ex-presidente solicitou um julgamento justo ao presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Alexandre de Moraes, e ao relator do processo que poderia resultar em sua inelegibilidade, ministro Benedito Gonçalves. Ele afirmou: “A Justiça Eleitoral não pode ser usada para cassar o mandato de ninguém, especialmente o do presidente da República”, declarando isso no sábado à noite (24).
O TSE iniciou na quinta-feira (22) o julgamento de uma ação movida pelo PDT, que acusa Bolsonaro de abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação devido à sua reunião com embaixadores estrangeiros no Palácio da Alvorada em julho de 2022. Na ocasião, o então presidente repetiu ataques ao sistema eleitoral.
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