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O general Freire Gomes, ex-comandante do exército no governo Jair Bolsonaro, que passou oito horas prestando informações sobre o roteiro do golpe à PF, levantou a suspeita entre os militares de que Paulo Sérgio Nogueira, ex-ministro da Defesa, possa vir a ser responsabilizado pelos atos de seus subordinados.
Rotulado de "cagão" por Braga Netto por não ter aceitado participar de um suposto esquema de golpe, Freire Gomes ganhou mais uma alcunha: a de "traidor". Como mostrouAndreia Sadi, vídeos que circulam nas redes sociais o tachavam dessa forma por ter decidido falar como testemunha, já que ele é apontado como um personagem que teria evitado o golpe.
O temor agora na cúpula militar é de que freire gomes complique não só a situação de Jair Bolsonaro, como também a de Paulo Sérgio, responsável direto pelas Forças Armadas na gestão de Bolsonaro. isso porque exército, marinha e aeronáutica têm comportamentos hierárquicos e respeitam as decisões de seus superiores.
Com informações do DCM
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