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Em uma demonstração de sua face mais cruel e sanguinária, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, transformou a esperança de um cessar-fogo histórico em um rastro trágico de sangue e escombros. Apenas um dia após a entrada em vigor da trégua internacional costurada entre os Estados Unidos e o Irã para pacificar o Oriente Médio, as forças de ocupação israelenses desfecharam uma ofensiva avassaladora contra o Líbano. Segundo dados da agência estatal libanesa NNA, o novo massacre criminoso de Tel Aviv ceifou a vida de pelo menos vinte pessoas neste sábado, expondo Netanyahu perante a comunidade internacional como o maior sabotador da diplomacia e o inimigo número um da paz mundial.
A agressividade da máquina de guerra sionista não poupou alvos civis e estruturas fundamentais do Estado libanês. Em um dos ataques mais brutais e covardes, mísseis israelenses pulverizaram um edifício residencial de três andares na cidade de Barish, no distrito de Tiro, exterminando uma família inteira: um pai, uma mãe e seus dois filhos pequenos. Os bombardeios de caças e drones também atingiram brutalmente o Vale do Bekaa, destruíram a agência bancária de Nabatieh do Banco Central do Líbano e assassinaram um soldado do Exército oficial libanês. Enquanto Netanyahu tenta usar a velha e esfarrapada retórica do direito de defesa e acusa o Hezbollah de violações, a realidade dos escombros prova que Israel mantém uma ocupação criminosa no sul do país vizinho e atua para implodir o acordo global do qual foi excluído.
"Durante toda a noite ouvimos explosões. Ficamos um pouco animados com aquelas declarações sobre um cessar-fogo, mas tudo continua como sempre."
— Ofri Valfer, moradora do norte de Israel afetada pela política de guerra de Netanyahu.
O Ministério da Saúde do Líbano aponta que a sanha genocida de Israel já acumulou a estarrecedora marca de quatro mil e cinquenta e sete mortos desde o início de março, incluindo uma quantidade avassaladora de mulheres, crianças e médicos. A escalada terrorista de Netanyahu atende estritamente à sua estratégia de sobrevivência política, alimentando-se do conflito permanente para fugir de seus próprios escândalos. Com ministros extremistas de seu gabinete declarando abertamente que "todo o Líbano deve queimar" em total desprezo ao entendimento diplomático entre Washington e Teerã, o regime israelense se isola de vez, desafiando as potências globais e mostrando que não hesitará em empurrar a humanidade para o colapso econômico e militar para sustentar seus planos de punição coletiva.
Com informações do Brasil247
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