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O mercado financeiro brasileiro viveu uma segunda-feira (13) de euforia, consolidando o que muitos analistas já chamam de "momento doce" da economia sob a gestão Lula. Pela primeira vez em dois anos, o dólar encerrou o dia abaixo do patamar psicológico dos cinco reais, fechando cotado a R$ 4,99 (queda de 0,25%). No mesmo ritmo, o Ibovespa ignorou as turbulências iniciais e disparou para os 198.132 pontos, renovando seu recorde histórico com o apoio massivo de gigantes como Vale e Petrobras.
O combustível para essa virada veio diretamente do tabuleiro geopolítico. Após um fim de semana de ameaças de bloqueio no Estreito de Ormuz, o presidente norte-americano Donald Trump mudou o tom no início da tarde, sinalizando que o Irã estaria disposto a fechar um acordo. A "paz armada" foi o suficiente para que os investidores globais corressem de volta para mercados emergentes. O Brasil, com seus juros atrativos e balança comercial recorde, tornou-se o destino preferido do capital estrangeiro, que inundou a bolsa e ajudou a derreter a cotação da moeda americana.
Internamente, a combinação de commodities em alta e a percepção de estabilidade institucional têm funcionado como um escudo. Enquanto o dólar acumula queda de quase 9% no ano, a bolsa brasileira se descola de crises regionais e mira o alvo simbólico dos 200 mil pontos. Para o cidadão comum, a queda do dólar abaixo de R$ 5,00 é um sinal de alívio que deve começar a aparecer no preço de produtos importados e combustíveis nas próximas semanas, reforçando a narrativa de controle inflacionário e crescimento sustentado defendida pelo Palácio do Planalto.
Com informações do Brasil247
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