107 visitas - Fonte: Plantão Brasil
O Brasil celebra um reconhecimento internacional de peso com a inclusão da cientista Mariangela Hungria na prestigiada lista das 100 pessoas mais influentes do mundo da revista Time. Pesquisadora da Embrapa Soja, em Londrina, Mariangela é uma das maiores referências globais em microbiologia do solo. Enquanto o bolsonarismo tentou sucatear a ciência e as instituições públicas, o reconhecimento de Mariangela prova que o investimento em pesquisa nacional é o que coloca o país na vanguarda do desenvolvimento sustentável e da segurança alimentar.
A trajetória de Mariangela Hungria é marcada pela defesa da técnica de fixação biológica de nitrogênio. Essa tecnologia permite que bactérias específicas capturem o nitrogênio do ar e o transformem em nutrientes para as plantas, eliminando a necessidade de fertilizantes químicos nitrogenados na cultura da soja. Além de reduzir drasticamente a emissão de gases de efeito estufa, essa descoberta gera uma economia anual de cerca de 15 mil milhões de dólares para o Brasil, reafirmando o papel estratégico da Embrapa na soberania económica do país.
Diferente do discurso anticientífico que dominou o Palácio do Planalto nos últimos quatro anos, Mariangela representa o Brasil que o governo Lula quer reconstruir: um país que respeita o meio ambiente e utiliza o conhecimento para gerar riqueza com justiça climática. Ela é uma das poucas brasileiras a figurar no ranking da Time este ano, destacando-se na categoria de "Inovadores". O seu trabalho é a prova viva de que a ciência brasileira, quando valorizada, é capaz de oferecer soluções reais para os desafios do século XXI, como a crise climática e a fome.
Mariangela possui um currículo invejável, com doutoramento pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro e pós-doutoramento em Cornell e na Universidade da Califórnia. Com mais de 900 publicações, ela dedica a sua vida a entender como microrganismos podem tornar a agricultura mais eficiente e menos poluente. Esse reconhecimento da Time não é apenas um prémio individual, mas uma vitória para todas as mulheres na ciência e para todos os servidores públicos que resistiram ao desmonte das políticas de inovação no passado recente.
A inclusão da cientista na lista ocorre num momento em que o Brasil retoma o seu protagonismo internacional nas discussões ambientais. O trabalho de Mariangela é fundamental para o plano de agricultura de baixo carbono do governo federal, que visa transformar o Brasil numa potência agroecológica. Enquanto a extrema-direita preferia o isolacionismo e a destruição da biodiversidade, a ciência de Mariangela constrói pontes com o futuro, garantindo que a produção de alimentos caminhe lado a lado com a preservação dos recursos naturais.
O país recebe a notícia da Time com entusiasmo, reforçando a importância de manter orçamentos robustos para universidades e centros de pesquisa como a Embrapa. Mariangela Hungria é o rosto do Brasil que funciona, que estuda e que lidera. Que o seu exemplo sirva para inspirar novas gerações de investigadores a acreditar que é possível transformar a realidade através do conhecimento. O Brasil de Lula orgulha-se de Mariangela e segue firme no propósito de fazer da ciência o motor da nossa reconstrução nacional e da nossa dignidade perante o mundo.
Com informações do DCM
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