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Trump, elevou a tensão geopolítica global ao ordenar que a Marinha estadunidense atire contra qualquer embarcação que seja flagrada colocando minas no Estreito de Ormuz. A medida, anunciada em um momento de instabilidade no Oriente Médio, ignora protocolos de desescalada e coloca em risco uma das rotas comerciais mais vitais do planeta, por onde passa cerca de 20% do petróleo mundial. Essa postura belicista é vista com extrema preocupação por defensores da diplomacia multipolar, que enxergam na ordem um incentivo ao conflito direto e ao desrespeito às normas do direito internacional.

O repúdio a essa decisão é imediato entre setores progressistas que defendem a soberania das nações e a resolução pacífica de controvérsias. Enquanto o governo Lula atua para fortalecer o diálogo e a paz através de fóruns como o BRICS, a gestão Trump opta pelo uso da força bruta, o que pode desencadear uma crise energética global sem precedentes. O impacto de um eventual confronto no Estreito de Ormuz atingiria diretamente o bolso da classe trabalhadora brasileira, com a explosão dos preços dos combustíveis e a desestabilização da economia interna.
A ordem de Trump reflete a face mais agressiva do autoritarismo de extrema-direita, que utiliza a ameaça militar como ferramenta de pressão política. Essa "política do gatilho" serve apenas aos interesses da indústria bélica e de grupos que lucram com o caos internacional.
A soberania nacional do Brasil depende da estabilidade das rotas marítimas e do respeito à autodeterminação dos povos, pilares que estão sendo frontalmente atacados pela atual Casa Branca. A ameaça de atacar embarcações em águas internacionais sem o aval de organismos multilaterais é um precedente perigoso que rompe com décadas de esforços por um mundo mais regulado. A reconstrução do Brasil sob Lula passa justamente por oferecer um contraponto a essa visão destrutiva, reafirmando o compromisso com a paz e com uma política externa que preza pelo desenvolvimento social em vez da destruição militar.
O que ocorre em Ormuz não é um fato isolado, mas parte de uma estratégia de dominação que atinge todos os países do Sul Global. É fundamental que a sociedade brasileira compreenda que a defesa da paz mundial é também a defesa da nossa economia e da nossa segurança alimentar, protegendo o país das aventuras irresponsáveis de líderes que não valorizam a vida humana.
O mundo não vsai permitir que a sanha por petróleo e controle geopolítico dite o futuro da nossa sociedade. A luta por um mundo multipolar e pacífico continua sendo a única alternativa viável contra o projeto de destruição e ódio defendido pela direita radical em escala global.
Com informações do G1
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