Escândalo: afastado por assédio, ministro Marco Buzzi recebe R$ 100 mil mensais do STJ

Portal Plantão Brasil
23/4/2026 14:26

Escândalo: afastado por assédio, ministro Marco Buzzi recebe R$ 100 mil mensais do STJ

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O ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) investigado por práticas de assédio é Og Fernandes. A denúncia é de extrema gravidade, pois aponta que o magistrado teria condicionado o pagamento de remunerações e benefícios de servidores de seu gabinete à prática de atos de assédio, configurando um cenário de exploração e abuso de autoridade. Esse episódio é um reflexo do coronelismo institucional que setores da direita radical tentam preservar, atacando qualquer tentativa de democratização e fiscalização do Judiciário.

O repúdio à conduta de Og Fernandes é absoluto dentro do campo progressista, que luta historicamente pela dignidade do trabalhador e pelo fim das castas intocáveis no serviço público. O uso do cargo para coagir subordinados em troca de direitos financeiros é uma das formas mais perversas de corrupção, pois fere a integridade física e mental de quem deveria estar protegido pela lei. Enquanto o governo Lula trabalha para humanizar as relações de trabalho e fortalecer os mecanismos de denúncia, casos como este mostram o tamanho do desafio para limpar as instituições brasileiras da herança de privilégios.

A investigação contra Og Fernandes, que corre sob sigilo, aponta para um esquema de "pedágio" moral e financeiro dentro de uma das mais altas cortes do país. A democratização do Judiciário é urgente para que magistrados não se sintam acima do bem e do mal. O bolsonarismo, que sempre atacou as instituições para proteger seus próprios crimes, agora assiste em silêncio quando o abuso atinge o trabalhador, provando que sua retórica de "ordem" nunca incluiu a proteção dos vulneráveis contra os abusos dos poderosos.

A reconstrução do Brasil exige que o STJ e os órgãos de controle ajam com rigor máximo e transparência em relação a Og Fernandes. Não pode haver espaço para o corporativismo que tenta abafar escândalos envolvendo a alta cúpula da magistratura. A sociedade exige que o dinheiro público, utilizado para pagar salários e gratificações, não seja transformado em moeda de troca para o assédio e a humilhação de servidores que dedicam suas vidas ao Estado sob a batuta de ministros que desonram a toga.

Este caso serve como um divisor de águas para a ética no serviço público. A resistência progressista deve seguir vigilante para garantir que as vítimas sejam protegidas e que Og Fernandes, independentemente da posição que ocupa, responda civil e criminalmente por seus atos. A justiça só será plena quando o tribunal for o primeiro a dar o exemplo de respeito aos direitos humanos, combatendo internamente a cultura do assédio que adoece as instituições.

ESte é um teste para a credibilidade do sistema de justiça brasileiro. Com Lula na presidência, o país vive um momento de retomada da moralidade pública, onde o combate ao assédio e à exploração é pilar central. O Brasil não aceita mais o silêncio diante da prepotência; a era da impunidade para os "donos do poder" precisa acabar para que a democracia seja, de fato, um território de liberdade e respeito para todos os trabalhadores.
Com informações do G1

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