153 visitas - Fonte: Plantão Brasil
O editorial do jornal O Estado de S. Paulo, veículo historicamente conservador, trouxe uma crítica devastadora que confirma o que a militância progressista denuncia há tempos: a segurança pública sob Tarcísio de Freitas está mergulhada em um cenário de horror e podridão. Ao apontar que "há algo de podre" na polícia paulista, a publicação escancara o rastro de sangue deixado por operações letais e a total falta de controle sobre as forças de segurança. Sob o comando de um governador que é o herdeiro direto do bolsonarismo, São Paulo assiste ao fortalecimento de uma política de morte que despreza os direitos humanos e a inteligência policial em favor da barbárie.
O repúdio a essa gestão é urgente, pois os dados revelam um aumento assustador na letalidade policial, atingindo principalmente os jovens negros e a periferia. Enquanto o governo Lula trabalha para federalizar o combate ao crime organizado e investir em tecnologias de proteção à vida, como o uso de câmeras corporais, Tarcísio e seu secretário de segurança tentam boicotar qualquer mecanismo de transparência. Esse projeto de segurança, moldado pela ideologia fascista, não busca a paz, mas sim a imposição do medo e o extermínio de quem o sistema rotula como inimigo, ignorando o devido processo legal.
A crítica do Estadão serve como um alerta tardio para setores da elite que ajudaram a chocar o ovo da serpente autoritária. O texto destaca que o governo estadual tem sido conivente com abusos e execuções sumárias, o que desmoraliza as instituições e compromete a democracia. Para os defensores da soberania nacional, a conduta de Tarcísio é o reflexo fiel da prole de Bolsonaro: o uso da força bruta para esconder a incapacidade de gerir políticas públicas eficientes e inclusivas. A resistência progressista não aceitará que São Paulo se transforme em um território de exceção governado por milícias institucionais.
A reconstrução da segurança pública no Brasil de Lula exige que o Judiciário e o Ministério Público ajam com rigor contra os desmandos de Tarcísio. Não se combate o crime com mais crime; a inteligência e a valorização real dos policiais — não o incentivo ao gatilho fácil — são os únicos caminhos para a verdadeira paz social. A era da impunidade para quem veste farda e comete excessos sob as ordens de políticos extremistas está chegando ao fim. O isolamento de Tarcísio, agora criticado até por seus antigos aliados mediáticos, mostra que o povo paulista não suporta mais o cheiro de pólvora e a podridão da incompetência.
As instituições devem intervir para garantir que o governo de São Paulo cumpra a Constituição Federal e interrompa o banho de sangue nas comunidades. A militância seguirá vibrante e vigilante, denunciando cada operação que viole a dignidade humana. Enquanto o bolsonarismo tenta transformar o estado em um reduto de violência e opressão, o projeto progressista reafirma seu compromisso com a vida e com a justiça social. A queda da máscara de "bom gestor" de Tarcísio é apenas o começo da derrota de quem acredita que a segurança se faz com covardia e desprezo pelas leis.
É preciso haver uma retomada de São Paulo pelas forças democráticas que acreditam na civilidade. A verdade exposta pelo editorial é um golpe duro na tentativa de Tarcísio de se vender como uma alternativa moderada da direita. Na prática, o que se vê é a mesma política nefasta que Lula combate diariamente em Brasília: o desprezo pelo povo e a proteção de privilégios através da repressão. A luta continua para que o "algo de podre" seja extirpado e para que as polícias voltem a servir e proteger todos os cidadãos, sem distinção de classe ou cor.
Com informações do DCM
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