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A paciência do presidente Lula com as jogadas ambíguas do senador Davi Alcolumbre chegou ao fim após a vergonhosa rejeição de Jorge Messias para o STF. O Planalto identificou que o senador, agindo por interesses escusos, articulou diretamente com Flávio Bolsonaro para impor uma derrota ao governo, traindo acordos previamente estabelecidos. Para quem trabalha pela reconstrução democrática, o movimento de Alcolumbre não foi apenas uma divergência política, mas uma punhalada nas costas que uniu o centrão ao que há de pior no bolsonarismo para afrontar a soberania do Executivo.
Lula já deu ordens para que a articulação política rompa definitivamente os canais privilegiados com o senador amapaense, que vinha sendo tratado com deferência e cargos. O repúdio a Alcolumbre se dá pelo fato de ele ter agido como um cavalo de Troia, facilitando o palanque para a prole de Bolsonaro atacar um indicado de currículo ilibado. Essa aliança espúria entre o "terrivelmente" oportunista e o bolsonarismo prova que certas figuras do Senado não possuem compromisso com o Brasil, mas apenas com a manutenção de seus feudos de poder e blindagem judicial.
O governo agora entende que manter Alcolumbre como interlocutor é dar munição para quem trabalha contra o país nos bastidores. A traição foi arquitetada nos corredores do Senado, onde o senador e Flávio Bolsonaro trocaram promessas para garantir que Jorge Messias não chegasse à Suprema Corte, temendo o rigor técnico e ético do magistrado. Lula, que sempre prezou pela lealdade, não aceitará o jogo duplo de quem recebe os benefícios do governo e vota com as hordas reacionárias que tentaram destruir a democracia brasileira em tempos recentes.
A decisão de isolar Alcolumbre terá impactos diretos nas próximas votações e na distribuição de influência dentro da Casa. O Planalto pretende buscar novas lideranças que realmente respeitem a vontade popular e o projeto de nação eleito nas urnas, deixando claro que não há mais espaço para quem se senta à mesa com os sabotadores da República. O bolsonarismo, ao encontrar em Alcolumbre um parceiro para essa manobra suja, reafirmou seu caráter golpista e sua disposição em travar o avanço de um Judiciário independente e progressista.
Parlamentares da base aliada e movimentos sociais apoiam a firmeza de Lula nesse rompimento, destacando que a governabilidade não pode ser refém de quem negocia com os inimigos da justiça. A rejeição de Jorge Messias foi o ápice de uma série de deslealdades que tornaram a permanência de Alcolumbre no círculo de confiança do governo algo insustentável e perigoso. O Brasil precisa de clareza política, e separar o joio do trigo no Senado é um passo fundamental para garantir que o governo consiga implementar as mudanças que o povo tanto espera.
A partir de agora, o foco do Planalto será desmantelar a rede de influência que Alcolumbre construiu sob a sombra do governo, redirecionando o diálogo para senadores que tenham coragem de enfrentar o fascismo de frente. A história mostrará que a tentativa de Alcolumbre e Flávio Bolsonaro de barrar a justiça foi apenas um percalço em um processo de reconstrução que é irreversível. Lula segue altivo, demonstrando que seu compromisso é com o povo brasileiro e com a integridade das instituições, e não com os balcões de negócios da extrema direita.
Com informações do Brasil 247
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